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Oi meus amores,

Hoje trago um resumão do que apareceu na passarela do DFB na segunda noite de evento. O segundo dia do DFB Festival 2019, movimentou a “Cidade Autoral” instalada no aterro da Praia de Iracema com mais de 15 atrações incluindo desfiles, palestras e shows, além dos 60 expositores e 14 restaurantes que integram a programação multicultural.

O primeiro desfile da noite foi da marca ESC Brand, marca de moda praia carioca. A ESC trouxe para sua passarela um beachwear com muita classe, leveza e elegância. A cartela de cores, restrita ao azul, roxo e off white. Os recortes e pregueados criam texturas super interessantes para as peças. As estampas geométricas da ESC trazem uma pegada bem moderna, deixando o beachwear com uma cara nova e fresh!

A estreia da noite ficou com o Cariri Visceral, projeto apresentando pelo Senac. Idealizada pelos alunos dos cursos de Costureiro, Modelista e Figurinista do Senac Crato, o desfile deu destaque à cultura e às riquezas da Região do Cariri. Juta, couro, cascas de coco, fibras naturais, além das técnicas da sublimação e do macramê, deram o movimento preciso para que o espetáculo acontecesse.

Bruno Olly, em sua segunda passagem pelo evento, trouxe uma coleção evidenciando a diversidade e a riqueza das diferentes etnias culturais brasileiras. A cartela de cores, assim como sua essência primeira, veio mista. O minimalismo do branco, preto e vermelho, já amplamente utilizado por Bruno, deram abertura para o uso do laranja e do verde militar. Dentre os materiais, os mais inesperados foram incluídos em sua coleção, como a juta que conversava com o moletom, tafetá cristal, algodão cru, algodão cru texturizado e malhas que transformaram novas peças.

Rendá teve como participação no seu desfile o cantor Renno, que antes da abertura do desfile abra a passarela cantando com sua sanfona. A marca trouxe a história do bordado richelieu, desde a França até chegar nas mãos das tradicionais rendeiras cearenses. A paleta de cores que foge do tradicional branco da renda richelieu. Os tons vão do rosa mais lavado ao roxo mais vibrante. Os materias bem misturados, o couro vem fazendo composição com a renda renascença e o bordado richelieu, deixando as peças mais versáteis para produções casuais. Com uma riqueza de detalhes nas roupas, a beleza veio mais clean, apenas com a maçã do rosto mais rosada.

 

Jangadeiro Têxtil: O clima praiano, super reforçado pela trilha sonora escolhida pelos DJ’s da festa Tome Batom Vermelho, ganhou uma pitada retrô da já conhecida alfaiataria de Gisela, e veio com a fluidez de Marina, tornando tudo mais leve. A estamparia vem pincelar nos tecidos crus as cores que mais pra frente também apareceram em outras peças. A dupla trabalhou com muito linho, musseline, uma versão do georgette mais creponado, e por fim o bengaline, que vem reinventado, dublado em duas cores; e isso tudo foi 100% da Jangadeiro Têxtil. A paleta de cores vem com muito off white no início, pintado com as listras das jangadas, para depois dar espaço ao azul royal, verde esmeralda e o vinho mais queimado, remetendo às cerâmicas do Ceará.

Encerrando a segunda noite de desfile do evento: Wagner Kallieno, vocês sabem o quanto amo e admiro a marca né?

Wagner apresentou uma coleção luxuosa com pegada esportiva, mas claro que.. sempre com aquela pegada sexy e glamour da marca. O expressionismo abstrato foi o ponto de referência para o designer criar a coleção desfilada. A coleção fala de amor de um jeito subjetivo, inspirado em Shakespeare. Na passarela o estilista inovou quando o assunto foi materiais usados e trouxe tecido feito a partir de fios de garrafa pet reciclados. As peças vêm com aplicações de strass, dando uma pitada ‘de noite’ para o sport weaar. 

 

Esses foram os desfile que assisti no segundo dia do evento.

Amanhã trago mais conteúdos para vocês.

Beijos.

Dia 15 foi o primeiro dia da maior temporada de moda autoral da América Latina. O primeiro dia do DFB Festival 2019 marcado por uma nova megaestrutura e uma programação multicultural com grandes nomes da moda, música e formação. Em local inédito, o evento surpreendeu o público com uma “Cidade Autoral” montada em pleno aterro da Praia de Iracema, ocupando uma área de 27.000 metros quadrados no espaço que é um lugar pleno de significados na cidade e que foi destacado na coletiva inaugural presidida pelo idealizador do DFB, Claudio Silveira.

As salas de desfiles climatizadas receberam um line up com nomes aclamados na história do evento e também de estreantes. As passarelas receberam trabalhos dos estreantes Victor Cunha, Caio Nascimento, Homem do Sapato; das consagradas Gisela Franck e Almerinda Maria; e o retorno da brand cearense Água de Coco por Liana Thomaz às passarelas do DFB, que abriu o desfile ao som do cantor Xand Avião interpretando “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga.

Foi incrível, e hoje trouxe um resumo das passarelas para vocês poderem acompanhar um pouco desse primeiro da incrível de evento.

O primeiro a desfilar foi o estilista Victor Cunha que trouxe para passarela uma coleção com cartela de cores nos tons de azul, verde e coral, a presença do branco. O designer trouxe peças de macramê em tramas usadas pelos pescadores em redes de pesca, remetendo à herança nordestina. 

O segundo desfile da noite foi do estilista Caio Nascimento que trouxe um protesto para a passarela contra homofobia, ódio e a favor da inclusão presentes nos looks e no casting. As tendências vistas na passarela tal como o jeans, babados e mangas bufantes em modelagem moderna. Palavras como “paz, elegância, amor e tesão” estampadas na coleção desfilada.

O terceiro desfile da noite foi Almerinda Maria e que abriu a passarela foi a musa Paulinha Sampaio com toda sua elegância, leveza e sofisticação. A coleção foi inspirada em Carmen Miranda. Presença do linho, voil de algodão e gaze de seda. Na cartela de cores o off white, nude, branco mesclado com tons de laranja, mostarda e ainda o preto.

Logo após a marca Homem do Sapato entrou na passarela. A marca vem apresentar sua ideia de homem moderno, atemporal, contemporâneo, cheio de estilo, mas que não abandona o conforto dos sapatos. A versatilidade de produtos é um dos pontos altos do desfile, que mostrou que pode compor o estilo independente da ocasião e do ambiente. Além sapatos com um ar mais clássico, como o modelo de tressê a mão com solado ecofriendly, unindo tradição e tecnologia, a Homem do Sapato trouxe para sua passarela uma gama de acessórios para acompanhar o cotidiano do seu homem.

Gisele Franck, coleção toda pensada no florescer, no natural e na sensação do conforto do toque. Com uma cartela de cores que evidenciam tons terrosos, cru e off; a natureza. Com um styling pensado junto a chapeleira Jomara Cid e peças ricamente bordadas através da artista Juliana Farias, Gisela faz uso da carnaúba, de fibras naturais, formas orgânicas e leves transformando o movimento das modelos que aparecem descalças e com cabelos soltos e  representam toda sua conectividade com a Terra. Pensando em ninfas, divindades do sexo feminino na mitologia grega, a passarela se torna uma floresta densa em que a cada entrada, cada passo, uma nova surpresa.

Fechando o primeiro dia de DFB e que encerramento viu? A marca queridinha quando o assunto é beachwear, Água de Coco trouxe para passarela uma coleção com o tema Sertão Praiano inspirados por dois cenários tipicamente cearenses, o sertão e o mar. A marca surpreendeu a todos com a abertura do desfile, o cantor Xand Aviões cantando Asa Branca de Luiz Gonzaga. Trouxe a seda e a viscose estampando a diversidade dos cenários cearenses, e o lurex e a lycra para garantir o conforto ao beachwear. Sem falar no multicolorido de tons que puxam para os terrosos do sertão, passeando pelas estampas, e fechando com uma cartela de verdes mais abertos, que remetem à vegetação praiana.

 

Foi incrivel demais. Amei compartilhar com vocês.

Créditos fotos:  ROBERTA BRAGA e CHICO GOMES

BACKSTAGE: NICOLAS GONDIM.

E vamos para o resumão da segunda noite de Dragão Fashion Brasil? Foi até dificil resumir viu? Ameei todos os desfiles e cada um com sua identidade diferente.

O primeiro a entrar na passarela foi Lúcio Áureo que há 10 anos atua no mercado da moda, seu trabalho se destaca pelo estilo romântico e artesanal. Todas as peças são produzidas em seu próprio ateliê, em Fortaleza.

Saldanha – Em sua estreia no DFB, o estilista Even Saldanha trouxe a coleção fluida, inspirada em Clarice Lispector e em seu livro Água Viva. Listrados, bordados e jeans se destacaram na passarela.

Caio Nascimento – Ganhador do prêmio Ceará Moda Contemporânea 2016, Caio Nascimento imprime o DNA do sertão central em suas criações.

André Sampaio – Revelação do Concurso Moda Contemporânea 2014, já é o terceiro ano que participa do DFB. Destaque na edição passada por seu desfile black & white, neste ano de comemoração do evento, André surpreendeu o público.

Rendá por Camila Arraes Marca comandada pela estilista Camila Arrais. As peças em renascença com cores e designs diferenciados chamam atenção e se destacam na passarela.

Iury Costa – Grife fundada em 2009 pelo estilista Iury Costa, após seu primeiro desfile autoral com grande sucesso de público e mídia. Mixa história, urbanidade, sensualidade e procura traduzir seus ensaios estéticos a partir de modelagens informatizadas, usando tecidos e aviamentos de altíssima qualidade.

Kallil Nepomuceno – O cearense está no mundo da moda há mais de 20 anos e se conceitua por surpreender com o requinte e a ousadia dos vestidos de festa que elabora.

Esse segundo dia foi para morrer nossos corações viu? So coisa linda!

E vocês, estão curtindo?

Beijos.

CHEGUEEEI do DFB e que sensação incrivel, não sei explicar o quanto amei essa semana de moda sabe? Muito organizada, cheia de conteúdo bacana e com muita coisa linda na passarela. Como prometido: fiz um resumo do que rolou no primeiro dia de desfiles e vou colocar meus preferidos para vocês, as principais tendências e etc.. Espero que vocês gostem viu?

No primeiro dia, muito estilista bacana, entre eles nosso querido amigo Wagner Kallieno, que assinou uma coleção para a MMorena Store, marca que eu AMO aqui de Mossoró, vocês sabem.

  • Mary Andrade – Mary Andrade tem 24 anos e é uma jovem promessa do mundo da moda. Apaixonada pelo handmade (feito à mão), Mary gosta de inovar, mas sempre respeitando os clássicos. No DFB Festival 2017, Mary apresentou a coleção “Era Uma Vez”, que mostrou suas descobertas em um mundo dourado e reluzente.

  • Lindebergue Fernandes – O estilista cearense Lindebergue Fernandes trouxe muita personalidade para o DFB 2017. Após o desfile no ano anterior com viés político e crítico, nesta edição, ele apresentou uma coleção com temática transcendental, que propõe uma reflexão pela busca da paz interior por meio da releitura de ícones do clérigo e inspirada nas vestes de noviços e noviças.

  • Wagner Kallieno – Consagrou-se o queridinho das fashionistas que amam uma peça assimétrica, com fendas exuberantes e modelos marcantes.

  • Aládio Marques – Lançada em Salvador há mais de três anos no mercado, a marca vem conquistando espaço com coleções de moda masculina e feminina que primam pelo design exclusivo. Ele trouxe ao DFB Festival 2017 a coleção “Explorer”, com peças de referências esportivas e caimento de alfaiataria.

  • Almerinda Maria – A estilista cearense traz um novo conceito sobre a riqueza da Renda Renascença aliada à sofisticação da demi-couture.

 

Esse foi um resuminho do primeiro dia. Eu amei cada desfile e cada detalhe. E a estrutura do DFB hein? De parabéns totaal! Um sucesso.

E até mais com mais posts e looks e tudo haha.

Beijos.